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Imperador Pepe, O Sapo, proferindo seu famoso grito de guerra conhecido como "REEEE"

Ascensão e queda do Império Kekistanês

—- ESTE ARTIGO É UMA SÁTIRA, não nos associamos com quaisquer grupos envolvidos no texto—–

 

Conquistando desde as montanhas do Cáucaso ao Vale do Rio Nilo, o Império Kekistanês deixou sua marca na história como um dos povos mais prósperos que já existiram. Entretanto, hoje seu povo vive exilado no resto do mundo.

O Império surgiu em 3600 a.C, e alcançou seu apogeu em 3420 a.C, durante o reinado de Donaldo I, o Trumpo. Sua origem está nas montanhas da atual Geórgia, na antiga cidade oculta de Shadilay. Após a subida de Pepe I, O Sapo ao trono, o pequeno reino iniciou suas guerras de conquista, espalhando-se pelo Cáucaso e então anexando terras ao sul. Seus inimigos fugiam da batalha ao ouvir o temido grito de guerra dos kekistaneses, conhecido como “REEEEEEEEE”.

Após a conquista do que hoje é o Egito, o império passou a investir em sua própria infraestrutura, criando escolas e comércios. E foi durante o reinado de Maurício I Larrea que foram estabelecidas colônias na Península Ibérica, expandindo-se até onde hoje é o País Basco. Em 3421, o imperador Donaldo I, O Trumpo ordenou a construção de uma imensa muralha na fronteira com a Pérsia.

Império Kekistanês durante o reinado de Maurício I. Em vermelho, estão a Cidade de Shadilay e a muralha de Donaldo I, O Trumpo.

O Império começou a ruir em  3000 a.C, após a morte inesperada da imperatriz Marina, A Caneta. A perda da estabilidade dentro do império resultou em uma invasão ordenada pelos seus vizinhos, empurrando as fronteiras de volta ao cáucaso. Em 2940 a.C, seus vizinhos armenos acabaram com o último bastião kekistanês durante o Cerco de Shadilay, que mais tarde foi rebatizada de Tbilisi.

Atualmente o povo kekistanês encontra-se exilado em diversos países ao redor do mundo, mas o seu sentimento nacionalista voltou a se erguer. Durante as eleições americanas de 2016, diversos grupos kekistaneses nas redes sociais do mundo inteiro começaram a usar a hashtag #FreeKekistan. Iniciaram-se também movimentos de revitalização da cultura kekistanesa, como a adoção do seu hino, que faz referência à antiga cidade de Shadilay, e ao retorno do uso de seu grito de guerra.

About Lucas Mayon

Estudante de Direito em Brasília, criador da página.

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