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"Garibaldi's reaction" painting by unknown author showing the italian hero after seeing Anita for the first time.

Cartas revelam como era a vida com Giuseppe Garibaldi no Brasil

O herói italiano, talvez um dos maiores pizzaiolos nomes de toda a Itália teve uma série de aventuras nas terras tupiniquins.

Depois de várias décadas, diários da amante de Garibaldi, Camila Morgado Manuela de Paula Ferreira e de Bento Gonçalves são encontradas, nos revelando mais sobre a vida de Giuseppe Garibaldi, o herói da revolução farroupilha.

“Esse italiano, o Garibaldo  Garibaldi é muito famoso entre as moças aqui. Todas tem comentado. Mal posso esperar para conhecê-lo” – Diario de Manuela de Paula Ferreira,  Abril de 1839.

A verdade é que dizem as lendas locais que Giuseppe Garibaldi era conhecido como “Kid Bengala” (embora o nome só viesse a tona nos anos de 1990 e 2000) dos pampas. “Isso por ter uma rola nababesca de se tirar o chapéu. Sua enguia chamava tanta atenção, não obstante disso, não perdia a oportunidade de tirar sua serpente enquanto cavalgava, deixando-a livremente aos ventos. Era comum também ver o homem batendo seu mastodôntico falo nos rostos dos soldados brasileiros que fazíamos de prisioneiros, isso para impor respeito. Certa vez, Garibaldi tentou utilizar seu gigantesco membro para laçar um novilho, mas só seria interrompido depois de quase levantar vôo de tanto fazer o, então chamado, ‘girocóptero’ ” – Diário de Bento Gonçalves,  1838.

Giuseppe Garibaldi in a rare picture making on of his most commom gestures, 1840.

Garibaldi também era conhecido por sempre lutar utilizando apenas um braço para segurar sua espada, pois o outro geralmente estava ocupado segurando sua outra espada.

Após a vitória na Batalha do Seival, Garibaldi ficou bastante conhecido na pequena cidade interiorana de Bagé, a qual estima-se que 60% da população seja descendente direta do revolucionário. Estes são dados divulgados, pois acredita-se que outra boa parte tenha sido resultado de corneamento adultério.

“Finalmente me encontrei com o Garibaldo Garibaldi. É, de facto um homem fora do comum. As vezes anda um tanto que manco, parece esconder algo dentro de sua bombacha”Diário de Manuela de Paula Ferreira, 1839. 

Após o arrombamento suposto romance dom Manuela de Paula Ferreira, que ficou marcada na história do Rio Grande como “A esposa do pizzaiolo de Garibaldi”, a atenção do herói italianesco se voltou para Anita de Jesus Ribeiro, uma bela dama proveniente da cidade de Laguna, no Rio Grande.

“Me disseram que vem aí um ‘herói’ italiano, galanteador de moçoilas. Disseram-me para tomar cuidado. Ora, que ultrajante! Eu só me envolveria com um italiano no dia em que os barcos andassem sobre a terra” – Diário de Anita de Jesus Ribeiro, 4 de Julho de 1839.

“Garibaldi’s reaction” painting by unknown author showing the italian hero after seeing Anita for the first time.

No dia 1º de Setembro de 1838, as tropas revoltosas precisavam chegar até o mar, sem que tivessem que enfrentar a frota legalista localizada na Lagoa dos Patos. Os farrapos então, tiveram a brilhante ideia de carregar suas escunas por terra, carregados por churrascos ambulantes bois e arrastados em cima de toras.

Após atingir seu objetivo e derrotar a marinha brasileira, Garibaldi acaba vendo Anita através de sua luneta, apaixonando-se imediatamente.

A história que vem a seguir já foi contada na Casa das Sete Mulheres todos nós já conhecemos. O casal de revolucionários une forças e seguem juntos pelo resto de suas vidas.

 

(esse texto se trata de um FANFIC e não tem quaisquer compromissos com a realidade).

About Vitor Machado

Estudante de Comunicação Social - Relações Públicas na Universidade Federal do Paraná. Amante de história e escritor de fanfic. 19 anos.

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